OLA PESSOAL,
Queria aumentar o titulo da escultura.
"Alpha Coruja em casa de bola"
Se ainda for possivel.
Obrigado,
Crl~
sábado, 16 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Títulos > Por favor completem
BARRÃO
Cubo do Aquele, 2008
Ferro e louça
58 x 50 x 10 cm
Meu navio está parado / Estou em marcha-ré a toda força, 2008
Tecido e fita laminada
175 x 310 cm
BRÍGIDA BALTAR
1. Noite e Dia, 2008
Mini-tijolos moldados e lâmpada
Dimensões variáveis
2. Céu, 2008
Lâmpada pintada
Medidas variáveis
CARLOS BEVILACQUA
Alpha Coruja em casa de bola, 2008
Madeira, rede, arame, plástico e látex
50 x 60 x 40 cm
DAISY XAVIER
1. A Negação, 2007
Caixa de acrílico com vidro e DVD
53 x 40 x 7,5 cm
2. Brick Altar, 2008
Caixa de vidro, tijolo e rede de fio de cobre
44 x 18 x 28 cm
EDUARDO COIMBRA
Piso-Puzzle, 2008
Madeira
3 x 220 x 240 cm
ERNESTO NETO
1. Fotosintesedoartistaemtranse, 2008
Impressão digital sobre mármore
74 x 34 cm
2. Sussurro, 2008
Impressão digital sobre mármore
36 x 30 cm
3. Segredonacaxola, 2008
Impressão digital sobre mármore
47 x 34 cm
4. Tensãonaparede, 2008
Impressão digital sobre mármore
37 x 53 cm
5. Deusamusa, 2008
Impressão digital sobre mármore
47 x 45 cm
6. Joaninha, 2008
Impressão digital sobre mármore
42 x 26 cm
7. Alvonegro, 2008
Impressão digital sobre mármore
22 x 37 cm
8. Nemaluz, 2008
Impressão digital sobre mármore
24 x 48 cm
9. Saísfatos, 2008
Impressão digital sobre mármore
18 x 46 cm
FERNANDA GOMES
Sem título, 2008
Tecido de algodão, tubo e fios de cobre, pregos
105 x 210 x 1 cm
JOÃO MODÉ
1. Sem título, 2008
DVD 2'17" em looping
2. Nós, 2002-2008
Cordas diversas
Dimensões variáveis
LIVIA FLORES
Protéticos, 2008
Fotografia
50 x 37 cm (cada/2)
MARCOS CHAVES
1. Boys, 2008
Metal e madeira
70 x 25 x 22 cm
2. Marimbas Copacabana (Night & Day), 2008
Pedra e corda
Dimensões variáveis
3. Lugar de sobra, 2002-2008
Madeira
84 x 36 x 36 cm
4. Sem título, 2008
Gesso e fita crepe
Dimensões variáveis
RAUL MOURÃO
Daisy e eu, 2008
Ferro
Instalação (dimensõs variáveis)
TATIANA GRINBERG
1. Bandagem, 2008
Fotografia
176,8 x 110 cm
2. Aparelho de chá, 2008
Porcelana
16 x 46 x 24 cm
3. Jarra e copo, 2008
Porcelana
14 x 20 x 21 cm
4. Cuias, 2008
Porcelana
7 x Ø15 cm / 8 x Ø14 cm / 7 x Ø12 cm
Cubo do Aquele, 2008
Ferro e louça
58 x 50 x 10 cm
Meu navio está parado / Estou em marcha-ré a toda força, 2008
Tecido e fita laminada
175 x 310 cm
BRÍGIDA BALTAR
1. Noite e Dia, 2008
Mini-tijolos moldados e lâmpada
Dimensões variáveis
2. Céu, 2008
Lâmpada pintada
Medidas variáveis
CARLOS BEVILACQUA
Alpha Coruja em casa de bola, 2008
Madeira, rede, arame, plástico e látex
50 x 60 x 40 cm
DAISY XAVIER
1. A Negação, 2007
Caixa de acrílico com vidro e DVD
53 x 40 x 7,5 cm
2. Brick Altar, 2008
Caixa de vidro, tijolo e rede de fio de cobre
44 x 18 x 28 cm
EDUARDO COIMBRA
Piso-Puzzle, 2008
Madeira
3 x 220 x 240 cm
ERNESTO NETO
1. Fotosintesedoartistaemtranse, 2008
Impressão digital sobre mármore
74 x 34 cm
2. Sussurro, 2008
Impressão digital sobre mármore
36 x 30 cm
3. Segredonacaxola, 2008
Impressão digital sobre mármore
47 x 34 cm
4. Tensãonaparede, 2008
Impressão digital sobre mármore
37 x 53 cm
5. Deusamusa, 2008
Impressão digital sobre mármore
47 x 45 cm
6. Joaninha, 2008
Impressão digital sobre mármore
42 x 26 cm
7. Alvonegro, 2008
Impressão digital sobre mármore
22 x 37 cm
8. Nemaluz, 2008
Impressão digital sobre mármore
24 x 48 cm
9. Saísfatos, 2008
Impressão digital sobre mármore
18 x 46 cm
Sem título, 2008
Tecido de algodão, tubo e fios de cobre, pregos
105 x 210 x 1 cm
JOÃO MODÉ
1. Sem título, 2008
DVD 2'17" em looping
2. Nós, 2002-2008
Cordas diversas
Dimensões variáveis
LIVIA FLORES
Protéticos, 2008
Fotografia
50 x 37 cm (cada/2)
MARCOS CHAVES
1. Boys, 2008
Metal e madeira
70 x 25 x 22 cm
2. Marimbas Copacabana (Night & Day), 2008
Pedra e corda
Dimensões variáveis
3. Lugar de sobra, 2002-2008
Madeira
84 x 36 x 36 cm
4. Sem título, 2008
Gesso e fita crepe
Dimensões variáveis
RAUL MOURÃO
Daisy e eu, 2008
Ferro
Instalação (dimensõs variáveis)
TATIANA GRINBERG
1. Bandagem, 2008
Fotografia
176,8 x 110 cm
2. Aparelho de chá, 2008
Porcelana
16 x 46 x 24 cm
3. Jarra e copo, 2008
Porcelana
14 x 20 x 21 cm
4. Cuias, 2008
Porcelana
7 x Ø15 cm / 8 x Ø14 cm / 7 x Ø12 cm
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Obs. para uma frase de F. Gomes
Caros, não queria deixar passar a reflexão a posteriori de uma conversa do outro sábado...
“Eu sei fazer arte, mas o difícil é fazer o resto.”
Fernanda Gomes
(em conversa com Raul Mourão e Adolfo Montejo Navas, Rio, 2/VIII/2008)
Obs.
Naquela conversa improvisada, Fernanda Gomes falava do resto das coisas da vida, do que se tem que fazer para que a vida continue andando, cotidianamente, e esteja ligada à arte pelos caminhos mais sinuosos ou normais que existam. Talvez seja uma declaração de princípios estéticos, nos quais a vida e a arte se separam tanto quanto se aproximam –o eterno jogo de distância obrigatória e aproximação necessária. Acho que é justamente desse resto, que lateja sempre dentro e fora dos trabalhos, do que fala também Travessias Cariocas.
Adolfo Montejo Navas
“Eu sei fazer arte, mas o difícil é fazer o resto.”
Fernanda Gomes
(em conversa com Raul Mourão e Adolfo Montejo Navas, Rio, 2/VIII/2008)
Obs.
Naquela conversa improvisada, Fernanda Gomes falava do resto das coisas da vida, do que se tem que fazer para que a vida continue andando, cotidianamente, e esteja ligada à arte pelos caminhos mais sinuosos ou normais que existam. Talvez seja uma declaração de princípios estéticos, nos quais a vida e a arte se separam tanto quanto se aproximam –o eterno jogo de distância obrigatória e aproximação necessária. Acho que é justamente desse resto, que lateja sempre dentro e fora dos trabalhos, do que fala também Travessias Cariocas.
Adolfo Montejo Navas
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
encontro com adolfo
Obra em Progresso

Vcs conhecem o blog Obra em Progresso do Caetano?
É coisa do Hermano Vianna e o texto de apresentação é esse aí embaixo.
Achei q tem semelhanças com nosso blog aqui e as conversasq estao rolando.
abs
Raul
Obra em Progresso também no mundo digital
Obra em Progresso, série de concertos realizados no Rio de Janeiro por Caetano Veloso durante todo o ano de 2008, é oportunidade inédita para o público acompanhar de perto o processo criativo de um dos maiores artistas brasileiros. Canções que acabaram de ser compostas são apresentadas no palco e aprimoradas em shows diferentes a cada semana. Apesar de não ter sido concebida com esta intenção (Caetano diz que resolveu agir assim inicialmente apenas como uma maneira de ficar mais tempo no Rio de Janeiro, depois de anos de muitas e demoradas excursões nacionais e internacionais), essa proposta tem tudo a ver com questões centrais que o surgimento da internet coloca para a produção cultural contemporânea.
No mês passado, Brian Eno declarou para a revista norte-americana Wired algo que poderia descrever um aspecto evidente de Obra em Progresso. A pergunta era: “Qual a influência que a internet tem exercido sobre a arte e os artistas?” Parte da resposta: “As idéias são colocadas na esfera pública muito mais cedo, e não completamente terminadas, do que elas seriam no passado.” Não é apenas o MP3, ou o filme completo, que escapa clandestinamente do estúdio de edição. Não é apenas o vídeo do show de ontem que o fã publica no YouTube. Para o artista, a facilidade de comunicação imposta irremediavelmente pela digitalização de todas as etapas de seu trabalho também sugere a possibilidade de experiências criativas que levem em consideração o feedback imediato do público, de várias maneiras e com intrigantes (e ainda não previsíveis) consequências. A lógica do segredo, que governava as estratégias de lançamento dos principais produtos da indústria cultural pré-internet (com discos trancados a sete chaves em cofres das gravadoras, distribuídos para lojas e jornalistas ao mesmo tempo na tentativa de evitar “furos”), deixa de fazer sentido quando tudo é acessível o tempo todo a poucos cliques de mouse. E essa situação pode ser libertadora.
Vi o primeiro e o segundo shows de Obra em Progresso, os únicos realizados até agora. No final do segundo show, percebendo a evolução de algumas das músicas ainda não registradas em disco, a alteração no repertório das músicas antigas e tantas outras novidades, tomei a coragem de propor para Caetano que o processo “analógico” que o público pode presenciar no show fosse acompanhado e aprofundado por uma versão digital (possibilitando também, para quem não estiver presente na “real life” dos shows do Rio, o contato com o que aqui está acontecendo). Esse mundo cibernético paralelo terá lugar neste site que agora entra no ar, e que é uma outra obra em progresso (ciber-obra em progresso?): começa totalmente simples, hoje apenas com vídeos de uma entrevista que fiz ontem com Caetano (aproveitando a equipe do Toni Vanzolini, que planeja fazer um documentário sobre o processo, gerando uma obra em progresso fílmica!), mas aos poucos vai documentar - com cada vez maior riqueza de detalhes - o cotidiano da criação de cada show e do próximo disco, de vários pontos de vista e em várias mídias, com muitos observadores convidados. É uma aventura: ninguém pode saber onde isto aqui vai terminar (downloads de música? shows transmitidos ao vivo para outras cidades? concursos de remixagens? tudo isso já foi testado por outros músicos: queremos ser surpreendidos por muito mais…), se vai terminar um dia. Este aqui é o transamba que vamos dançar ao redor de Caetano e sua Obra em Progresso.
Hermano Vianna
este blog também está em progresso
Sobre imagens visita
Caros, coloquei imagens pingadas de trabalhos que vi andando ou retratos de visita enquanto conversavamos (de Brigida e Lívia). São material visual de bastidor, anuncios dos trabalhos ou algumas miragens. Abraços, Adolfo
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Algumas de hoje > Raul e Adolfo
terça-feira, 5 de agosto de 2008
meus marcos preferidos

Continuo em dúvida. Talvez seja melhor tentar esclarecer por escrito.
Pois como diz o Tom Zé: desperdiçando prá poder faltar, tô estudando prá saber ignorar eu tô te explicando prá te confundir, eu tô te confundindo prá te esclarecer, telecotectecteco.
1. make fake (problema sofista)
2. coincidência de olhares
3. acho que é mas não é
4. nem parece
5. fazer uma enquete: que marcos você prefere?
6. o pretexto da fotografia. O que faz uma fotografia se tornar imagem? imagem de quê? MOTIVAÇÕES
7. cidade > passa batido mas não despercebido ( território comum partilhado também com: Raul, Edu)
8. autorização, autoria. O protocolo do aceite proposto por Fernanda.

domingo, 3 de agosto de 2008
Eu e Daisy
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
atravessando ernesto

Sei que futebol não é exatamente uma paixão do Neto, mas refletindo melhor acho que ele é o mais puro futebol brasileiro.
O futebol do povo, da cerveja, da praia, o futebol arte, bonito!!! O futebol do estádio, o futebol grandeza, o futebol maior,
o resposa,o profissional e o feijão com arroz, o malandro, o futebol que o mundo inteiro quer ver. Mas que se nutre de
suas próprias coisas e tem mais prazer por estas coisas das que os euros possam lhe dar. O futebol consciência, o futebol
da terra, da farinha e da carne seca, da tia Maria, da cerveja e o por do sol, da moleza da areia e da dureza do asfalto é ele, e na
minha visão, é todo futebol. O futebol do boteco, do jogo de futebol, o futebol paixão, torcedor.
O que o neto evoca na vida e na obra tem seus paralelos com a bricadeira e a seriedade do futebol.
atravessamento 4
atravessamento 2
Assinar:
Postagens (Atom)










































